CNI defende união do país após eleições: “Chega de nós contra eles”
Em posicionamento divulgado nesta segunda-feira (26), Ricardo Alban pede superação da divisão entre “nós e eles” e destaca propostas do Brasil 2050 para o desenvolvimento econômico e social; veja o vídeo
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Foto:Iano: Andrade / CNI |
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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende a união do país após o processo eleitoral deste domingo (25) e reafirma a disposição do setor industrial para contribuir com propostas, diálogo e soluções. Em posicionamento em vídeo, o presidente da CNI, Ricardo Alban, convoca a sociedade a superar divisões e reunir esforços pelo desenvolvimento econômico e social do Brasil. “Precisamos convergir para um único Brasil, uma única sociedade. E, para isso, o primeiro passo é definitivamente excluirmos do nosso vocabulário ‘nós e eles’. Temos que ser uma única nação”, afirma Alban. O presidente da CNI destaca ainda que essa construção exige a participação da sociedade civil, dos poderes constituídos, dos trabalhadores e dos empregadores. Para ele, a convergência entre esses atores é necessária para fortalecer a democracia e ampliar as perspectivas para as próximas gerações. Brasil 2050 reúne propostas para o desenvolvimento do país No posicionamento, Alban também ressalta que o Sistema Indústria apresentou aos candidatos, no período pré-eleitoral, o Brasil 2050. A iniciativa reúne propostas de projetos estruturantes voltados ao crescimento econômico sustentável e ao desenvolvimento social. “O Brasil precisa e merece ter um futuro. Nós já estamos cansados e podemos dizer: chega de conjugar que o Brasil é o país do futuro. Nós precisamos ser o futuro já”, declara. Alban defende que a construção desse caminho ofereça aos jovens perspectivas e oportunidades. Ao encerrar a mensagem, reforça o compromisso da indústria com o país e sua disposição para participar da elaboração de soluções. “Estamos à disposição, totalmente disponíveis e interessados em contribuir de forma assertiva para que possamos construir esses caminhos para o futuro que o Brasil merece”, afirma o presidente da CNI. |
