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M. Dias Branco, o maior complexo no ramo panificador do Brasil

O pioneirismo do emigrante lusitano Manuel Dias Branco, há 100 anos trouxe a panificação ao Ceará – História da empresa que se tornou o maior complexo de produtos alimentícios do Ceará – Tudo começou com a “Padaria Imperial” em Fortaleza’’.

Por Zelito Magalhãesor Zelito Magalhães

Como tudo começou

O pioneirismo de implantação da empresa M. Dias Branco S/A Indústria e Comércio teve início no ano de 1926, quando o imigrante lusitano Manuel Dias Branco aportou no Brasil, mais precisamente em Belém do Pará. Com dificuldade de adaptar-se ao clima belenense, mudou-se para o Ceará no ano seguinte.Inicialmente, radicou-se na cidade de Cedro, que funcionava como entreposto Comercial com direção a zona do Cariri e estados da Paraíba e Pernambuco. Na Cidade do Cedro, Manuel Dias passou oito anos de atividades bastante promissoras. No ano de 1936, transfere-se para Fortaleza, deixando em Cedro seus negócios sob a direção de terceiros.Naquele mesmo ano, Manuel Dias Branco comprou um estabelecimento denominado “Padaria Imperial” com sede na Avenida Visconde do Rio Branco Nº 2178. No bairro de Joaquim Távora. Em 1938, convidou os irmãos José e Orlando Dias Branco (que se encontravam em Portugal) para se associarem à empresa.

O primeiro forno O empresário Manuel Dias, diante da sua ótica de homem de visão, resolveu expandir os negócios do ramo, adquirindo em 1954 o primeiro forno inglês,  da Baker Perkins, a corrente elétrica, que viabilizou o lançamento de novos produtos de superior qualidade. Por aqueles dias, Francisco Ivens de Sá Dias Branco, filho mais velho de Manuel Dias Branco, já era sócio da empresa,pois já havia assinado contrato em 13 de maio de 1953. Por aqueles dias, a antiga Fábrica Fortaleza já estava em novo endereço: Rua João Cordeiro, nas proximidades da Rua Monsenhor Tabosa. O perfil de uma Empresa M. Dias Branco S/A Indústria e Comércio de Alimentos (nome de fantasia Fábrica Fortaleza) ao longo de uma existência que beira os 100 anos de história, é hoje considerado o maior complexo no ramo de biscoitos e massas alimentícias da América Latina. Implantada a sua sede geral em Fortaleza, o Grupo detém cerca de mais de duas dezenas de unidades de produtos distribuídas em várias localidades brasileiras, como Bahia, Pernambuco, Paraíba, São Paulo, RJ e RS.

As marcas dos produtos Começando com macarrão e bolachas “Fortaleza”, lança a seguir a bolacha Pepita que teve grande preferência.Vieram a seguir as marcas: Petit Beure. No ano de 1962, foi criado o personagem “Fortinho”, o boneco que serviu de mascote da Fábrica Fortaleza. No final da década de 1967, a fábrica produz a linha Extra – Fina.  Em 1972 a bolacha Cream Cracker  passa  a  ser um dos  produtos  mais populares. Com o decorrer dos tempos, M. Dias Branco criou outras marcas, destacando-se: Medalha de Ouro, Isabela, Zabet, Basilar, Puro Sabor e Fininha.

Os biscoitos Pilar, Richester, Vitarella, e Piraquê tornaram-se os mais famosos.
Expansão do complexo No ano de 1976, a nova sede da Fábrica Fortaleza começa a ser construída na  BR-116 – Km 18, no município de Eusébio (CE) em terreno de 600.000 m2. No Interregno de tempo, foi lançada em 1978 a linha “Richester” que alcança novos patamares  de vendas, elevando mais ainda a sua participação no mercado. Em 1980 foi concluída a construção das novas instalações da fábrica. Em 1985 é criado o Centro de Pesquisas e Análises –CPA para certificação e desenvolvimento de novos produtos. Em 1991 a empresa robotiza os sistemas de embalagens dos produtos e no ano seguinte, inaugura a sua primeira unidade de moagem de trigo e produção de farinha e farelo de trigo, tornando-se o maior moinho do Brasil em capacidade de armazenamento de trigo e derivados. Em 1999, M. Dias Branco lança o salgadinho Tot’s e no ano seguinte obtém a certificação ISSO 9000 e é eleita pela revista Exame como a melhor empresa do segmento no Brasil. No ano de 2018, somou mais uma empresa ao seu leque- a empresa Alimentos Piraquê, com sede no Rio de Janeiro. Com 67 anos de história, a Piraquê foi Comprada pelo valor aproximado de R$ 1,5 bilhão, o que se considerou a maior transação financeira registrada no setor de biscoitos (superando a americana Kllogs, em 2016.

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