Personalize as preferências de consentimento

Utilizamos cookies para ajudá-lo a navegar com eficiência e executar determinadas funções. Você encontrará informações detalhadas sobre todos os cookies em cada categoria de consentimento abaixo.

Os cookies categorizados como “Necessários” são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para ativar as funcionalidades básicas do site.... 

Sempre ativo

Necessary cookies are required to enable the basic features of this site, such as providing secure log-in or adjusting your consent preferences. These cookies do not store any personally identifiable data.

Não há cookies para exibir.

Functional cookies help perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collecting feedback, and other third-party features.

Não há cookies para exibir.

Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics such as the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.

Não há cookies para exibir.

Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.

Não há cookies para exibir.

Advertisement cookies are used to provide visitors with customized advertisements based on the pages you visited previously and to analyze the effectiveness of the ad campaigns.

Não há cookies para exibir.

Trump X China: A guerra de araque

Essa onda de notícias internacionais que surgem a partir da Casa Branca e contagia o mundo não vai passar tão cedo, devendo durar até o fim do atual Governo Trump, mas também temos a certeza que países como o Brasil pode tirar vantagem dessa divergência, se souber aplicar as relações diplomatas nessa área, tão em falta há muitos. 

 

A chamada “guerra comercial” ou econômica, entre o dirigente americano e a China, vale ressaltar que esse notório conflito, ou seja, a bola da vez da mídia internacional, não é entre o povo americano e os chineses. É entre o Presidente dos Estados Unidos e a China, tema que vem abalando os mercados ocidentais, inclusive o povo americano no seu dia-a-dia, mas com certeza está muito longe de atingir a sociedade chinesa. Uma guerra de mentiras. 

Essa ideia ou decisão dos USA, digo Governo Donald Trump, de taxar, ou seja, elevar o imposto de importação primeiramente sobre o aço, atingindo diretamente várias nações, inclusive o Brasil, não passa das atrapalhações de um estadista já considerado populista e fajuto, para manter a sua falsa popularidade junto a um País que vem acumulando problemas econômicos. Trump sabe que é preciso vender e também comprar da China, do Brasil, da Argentina e do resto do mundo. 

Hoje, como todo analista de mercado internacional sabe, se já é difícil  realizar os acordos comerciais em bloco ou bilaterais, imagine gerenciar crise ou brigas criadas artificialmente. Mas não podemos dizer que isso é “briguinha” e que tudo será resolvido.  Visto que trata-se de mais um capítulo das crises econômicas que o capitalismo mundial vem revelando nos últimos 30 anos, principalmente, após o auge do regime neoliberal, onde muitos acreditavam que os Estados nacionais chegariam ao fim e que as nações seriam regidas por uma economia liberal onde as demais características da nacionalidade ficariam em segundo plano. 

Ou seja, o mercado mandando em tudo e em todos os Governos. E esse modelo de negócio que beneficiou o capitalismo após a Segunda Guerra mundial sob o comando do G7, o seu maior beneficiário, sempre foi considerado uma política perfeitamente correta, inclusive levando países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, como o Brasil, a aceitarem essas regras, perdendo a oportunidade de criarem seu próprio modelo de negociação com o resto do mundo, seja através dos blocos regionais e nos tratados entre as nações. 

Até enquanto as desvantagens não atingissem os países ricos, tudo ia bem, mas chegou a todos, indistintamente, como os Tigres Asiáticos, Europa e depois Estados Unidos. Quando a crise da década passada atingiu os EUA, os Democratas de lá – Obama – não se levantaram a favor dessas mesmas bandeiras que o seu inimigo político destaca hoje, porque sabem eles que o liberalismo ainda é a maior saída do capitalismo.  

No fundo eles sabem, e querem sair da crise, no entanto, sem mudar a regra maior, quer dizer, os mercados livres, passando por cima da autonomia regional. O Brasil perdeu e continua perdendo pela falta de uma política de relações internacionais de negócios entre os países. Na onda do liberalismo recente o Brasil desprezou o MERCOSUL, entrou em uma série de questões bilaterais com a Argentina e outros países do continente, não avançou como deveria com o BRICS, e vem perdendo uma série de vantagens por conta da sua baixa expertise no mercado internacional. 

Essa onda de notícias internacionais que surgem a partir da Casa Branca e contagia o mundo não vai passar tão cedo, devendo durar até o fim do atual Governo Trump, mas também a certeza de que países como o Brasil podem tirar vantagem dessa divergência, se souberem aplicar as relações diplomáticas nessa área, tão em falta há muitos anos. 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.