Personalize as preferências de consentimento

Utilizamos cookies para ajudá-lo a navegar com eficiência e executar determinadas funções. Você encontrará informações detalhadas sobre todos os cookies em cada categoria de consentimento abaixo.

Os cookies categorizados como “Necessários” são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para ativar as funcionalidades básicas do site.... 

Sempre ativo

Necessary cookies are required to enable the basic features of this site, such as providing secure log-in or adjusting your consent preferences. These cookies do not store any personally identifiable data.

Não há cookies para exibir.

Functional cookies help perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collecting feedback, and other third-party features.

Não há cookies para exibir.

Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics such as the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.

Não há cookies para exibir.

Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.

Não há cookies para exibir.

Advertisement cookies are used to provide visitors with customized advertisements based on the pages you visited previously and to analyze the effectiveness of the ad campaigns.

Não há cookies para exibir.

Sustentabilidade Brasil aborda a seca dos maiores rios do mundo

Segundo dia de conferência também discute modelos de cidades sustentáveis em um mundo que sofre com extremos eventos climáticos

A conferência “Sustentabilidade Brasil”, que acontecerá ao longo dessa semana, no Pavilhão Carapina, em Vitória, começou seu segundo dia discutindo temas como a qualidade e a escassez da água no planeta, refugiados climáticos, modelos de cidade sustentável, ampliação da indústria limpa, energia limpa, projetos de vegetação com espaços planejados entre outros.

A palestra de abertura com o ambientalista mineiro Henrique Lobo, um dos maiores estudiosos sobre os rios no mundo, lotou o auditório principal logo pela manhã. O engenheiro agrônomo de formação analisou, ao longo de 44 anos, mais de 60 rios espalhados pelo mundo. Lobo destacou que 35% dos rios do mundo são do Brasil e que 75% da água do nosso país está na Amazônia. “Os rios estão secando. Rios como o Tigre, Eufrates, Jordão, Nilo, entre centenas de outros e o mundo está de olho nas águas do Brasil”, comentou Lobo.

O ambientalista analisou os fenômenos climáticos e suas consequências no planeta através dos principais rios do mundo. “Só na Europa, de 50 rios, apenas 5 são despoluídos e os solos são pouco férteis na maior parte deles”.

Ele ressaltou 3 cuidados que o Brasil precisa ter para preservação dos rios paras as próximas gerações:

– Melhorar a infiltração dos solos – “Os rios estão assoreados, solos q a enxurdas trazem por conta de a compactação da terra. A água não infiltra mais no solo. Ela bate no solo e escorre. A solução é criar ‘caixas secas’ no topo dos morros, plantar florestas no topo de morro”;

– Tratar os Esgotos sanitários das cidades – “existem 130 doenças provenientes das águas dos rios do mundo inteiro. O esgoto jogado dentro da água do rio só vai depurar 50 km depois. Então, se tiver outra cidade no meio do caminho, serão mais 50 km”; e

– Resíduos Sólidos – “hoje somos cada vez mais uma população urbana em toda a Terra, nós precisamos de aterros sanitários e aterros controlados para guardarmos nossos resíduos”.

Logo em seguida, a professora Cristina Engels, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), avaliou os modelos atuais de cidades e mostrou seu estudo sobre a sustentabilidade urbana onde rios são livres de despejos, a indústria é limpa, a energia renovável… “A qualidade de vida é e deve ser a maior preocupação das sociedades atuais que sofrem com eventos climáticos extremos para que o futuro seja possível. Para isso, é necessário um processo de transformação pela tecnologia, evolução cultural e econômica e políticas públicas atuantes pela sustentabilidade”, afirmou Cristina.

Pablo Lira, diretor executivo do Instituto Jones dos Santos Neves, também subiu ao palco e mostrou resultados de pesquisas sobre derretimentos das calotas polares e ondas de calor. “Estamos há 14 meses consecutivos batendo recordes de calor e temperaturas altas. A recorrência de eventos extremos está cada vez maior. É de grande importância que todas as capitais brasileiras tenham planos de mudanças climáticas”, destacou o pesquisador.

Mais informações: https://sustentabilidadebrasil.com/

 

Fotos: Thiago Guimarães

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.