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Paulo Guedes – Mercado Financeiro espera ver ministro menos submisso

“As prioridades do Guedes estão bem delimitadas dentro da agenda atual do governo. Quando isso acontece, o mercado derrete”

 

Após o adiantamento do “Big Bang Day”, data que o governo federal anunciaria seu programa de desenvolvimento para salvar e acelerar a recuperação do mercado nacional, o qual aconteceria na última terça-feira, diversas especulações sobre as divergências entre o ministro da economia Paulo Guedes e o presidente Jair Bolsonaro circularam entre pessoas do mercado financeiro. Em uma visita a uma usina de Minas Gerais, o presidente confirmou o conflito quando disse que a proposta enviada para ele não seria enviada ao Parlamento e que pessoalmente estava insatisfeito com a retirada do abono salarial, que atualmente beneficia cerca de 27 milhões de trabalhadores. O mercado não reagiu bem ao discurso do governante e o Ibovespa, principal índice brasileira, caiu quase 2 mil pontos, chegando a estaca de 100 mil novamente depois de uma recuperação favorável. A expectativa é que o um novo plano seja apresentado para o Bolsonaro até esta sexta-feira, incluindo suas exigências.  

 

Para Pedro Paulo Silveira, Economista-Chefe da Nova Futura Investimentos, já se esperava por esse cenário. “Acontece que toda e qualquer ação do governo que tem como objetivo expandir a demanda doméstica é vista pelo mercado como uma tendência populista. Muitos economista vão alegar que uma medida de gastos que não tem como contrapartida alguma receita pode endividar o estado. Mais uma vez, a Bolsa virou por conta de um discurso do presidente que frustrou aquilo que se desejava. Além disso, tornou-se uma aposta de confiança da sociedade em relação a situação Presidente-Paulo Guedes. O mercado estava imaginando que essa equação já estava resolvida, mas pelo visto não é o caso. Acredito que seja a quarta ou quinta vez que entramos nessa engrenagem, não consigo mais contar quantas vezes essa relação ficou posta de maneira estranha”, afirma.  

 

“Estima-se que o plano do Renda Brasil vai custar 52 bilhões de reais. Levando em conta que o Bolsa Família custa 30 bilhões, será agregado mais 22 bilhões de reais em despesas, o que evidentemente deixa o mercado pensando sobre qual é a estratégia do estado para sustentar o déficit público. Sabemos que a Bolsa prioriza muito a questão fiscal. Desta forma, quando o presidente apresenta um discurso contra o Guedes, ele acaba jogando muita dúvida sobre a capacidade que o ministro tem de sobreviver em relação a esses avanços da agenda de desenvolvimento. Em conclusão, as prioridades do Guedes estão bem delimitadas dentro da agenda atual do governo. Quando isso acontece, fica muita dúvida e, portanto, a percepção de risco sobe e o mercado derrete”, explica o Economista-Chefe.

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