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O impacto da alta do petróleo na economia brasileira

Fonte: Leonardo Trevisan, professor de economia e relações internacionais na ESPM

O preço do diesel aumentou 14,2%, é o combustível que mais transporta a comida até o prato do brasileiro. No ano passado, 25% da oferta de diesel já foi importada, porque a capacidade das nossas refinarias é de pouco mais de 70% do consumo. De acordo com a ANP, o diesel importado ultrapassou 30% do consumo. Segundo o especialista Leonardo Trevisan, professor de economia e relações internacionais da ESPM, o combustível importado tem muita relevância, não só pelo volume, mas, principalmente, quando se leva em conta a Política de Preço de Paridade de Importação (PPI), de 2016, que define o preço dos derivados de petróleo com esse parâmetro: o mercado internacional.

“Queremos que o investidor externo continue interessado em colocar dinheiro aqui para furar poços novos? Manter os equipamentos de prospecção e refino atualizados traria altos custos e o preço do produto final precisaria ser o mesmo dos outros mercados, não existe milagre”, diz. A alternativa para fugir do preço internacional, segundo Trevisan, não é boa. O professor ressalta que basta olhar o vizinho: a Argentina. Segundo Trevisan, o preço do diesel importado na Argentina é 36% mais caro que o preço na bomba. O país vizinho importa o mesmo que nós, 30% do consumo, e a estatal deles, a Yacimientos Petrolíferos Fiscales, responsável por 55% da distribuição, fica com boa parte do prejuízo. Nas últimas semanas as importadoras reduziram a participação no mercado e apareceram problemas de abastecimento de diesel em 19 das 24 províncias argentinas. Mesmo com o limite de 20 litros para cada caminhão, o preço disparou. E, até proibição de abastecer veículo com placa estrangeira aconteceu.

O especialista Leonardo Trevisan, professor de economia e relações internacionais na ESPM, está à disposição para comentar o assunto.

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