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Novembro registra ligeira queda no Índice Nacional do Consumidor

Pela primeira vez, desde o início do relaxamento do isolamento social, pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) aponta que a população está preocupada com o desemprego e menos disposta a consumir
 

O Índice Nacional de Confiança (INC) de novembro, pesquisa realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) junto à startup de tecnologia Behup, apontou leve queda sobre a expectativa para o futuro do consumidor comparada a outubro. O mês fechou em 86 pontos, um a menos que o anterior, o que dá uma leve freada na curva gráfica ascendente que vinha sendo registrada desde o relaxamento do isolamento social. Pode-se afirmar, no entanto, que em momento algum a população mostrou-se otimista em 2020. A análise, que vai de 0 a 200 pontos, mostrou a sociedade na escala 100 de confiança em janeiro, o melhor número registrado no ano. Este valor de medição despencou aos 77, no auge da crise da pandemia em maio e junho, começou a se recuperar, desde então, e agora, pela primeira vez, apresentou um pequeno decréscimo. As incertezas, relacionadas principalmente às condições do emprego, são as que mais preocupam o brasileiro.

 

Desde o início do isolamento social, o receio de ficar desempregado cresceu. Até fevereiro, a maioria dos entrevistados para o INC dizia estar mais segura no emprego, na comparação com seis meses antes. A partir de março, os receosos em perder o emprego passaram a ser maioria. No mês de novembro, 33%, dos 1.569 entrevistados para o levantamento, disseram estar menos seguros quanto à estabilidade no emprego. O número daqueles que disseram estar mais seguros é menor, 30% da amostragem.

A preocupação tem fundamento. Segundo o levantamento, 61% dos entrevistados afirmaram conhecer alguém que perdeu o emprego nos últimos seis meses por causa das condições da economia. Diante dessa realidade, quando o brasileiro olha para a frente, as perspectivas não são as melhores. Para 56% dos ouvidos para o INC em novembro, o desemprego vai aumentar. Em agosto, 53% tinham essa expectativa.


As finanças pessoais também preocupam os brasileiros, que perderam renda como consequência da paralisação da economia. A pesquisa apontou que 40% dos entrevistados consideraram a própria situação financeira ruim. Aqueles que a consideram boa foram 33%.

“Para a economia, o ano está perdido”, afirma Marcel Solimeo, economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). “O que nos resta é recuperar em 2021 o que ficou para trás em 2020 e buscarmos condições para que os índices cheguem aos que foram registrados no começo deste ano, quando não havia pandemia”, emendou.
Consumo – Com renda menor e dúvidas em relação ao emprego, o consumo inevitavelmente acaba afetado. O INC mostra que a maioria dos brasileiros estaria pouco disposta a fazer grandes compras, como a de um carro ou casa.

Em novembro, 37% dos entrevistados para ao levantamento disseram não ter confiança para compras com esse perfil. Esse é o mesmo percentual observado em outubro. Já os que se mostraram confiantes em realizar grandes aquisições representaram 30% da amostra. O mesmo comportamento é observado para compras intermediárias, como eletrodomésticos. Foram 33% os que disseram estar pouco confiantes em fazer aquisições desse tipo, contra 32% que se mostraram dispostos.

“A redução do valor pago pelo auxílio emergencial e a expectativa de que não haja mais esta renda extra afeta a confiança do consumidor em relação ao futuro, além do aumento do desemprego”, disse Marcel Solimeo.

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