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Importações de alimentos no continente africano atingem US $ 35 bilhões e países se esforçam para buscar a autossuficiência

Esse foi um dos assuntos abordados no Fórum Brasil África, declarado por Hamady Diop, Chefe de Cooperação Técnica e Serviços de Consultoria da Agência de Desenvolvimento da União Africana (AUDA-NEPAD)

A quantidade monetária de importações de alimentos no continente africano atingiu US$ 35 bilhões e os países têm tentado encontrar soluções para aumentar a produtividade de suas colheitas e ajudar os pequenos agricultores a prosperar. Esse foi um dos assuntos abordados durante a primeira sessão do Fórum Brasil África e foi declarado por Hamady Diop, Chefe de Cooperação Técnica e Serviços de Consultoria da Agência de Desenvolvimento da União Africana (AUDA-NEPAD).
Além de Diop, a sessão contou também com a presença de Marcos Brandalise, Fundador e CEO do Grupo Brazafric; Demétrio Carvalho, Diretor Adjunto da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Daniel Balaban, Diretor do Centro do PAM de excelência contra a fome. Eles discutiram a necessidade urgente de combater o problema da fome, que aumentou após anos de queda. Casos de sucesso, juntamente com novos projetos, foram apresentados.
Demétrio de Carvalho mencionou sua alegria em saber que os programas de alimentação escolar no Brasil funcionam como grandes exemplos para o continente africano e também o apoio brasileiro dado a programas em mais de 30 países africanos. Atualmente, 43 milhões de crianças recebem uma refeição completa nas escolas públicas brasileiras todos os dias.
As fazendas de pequenos produtores desempenham um papel importante nesse processo, de acordo com Daniel Balaban. Ele destaca o vínculo social significativo que foi construído entre os agricultores e as crianças que se beneficiam dos programas de alimentação escolar no Brasil. “30% do orçamento federal brasileiro é destinado aos programas de alimentação e vai para esses pequenos agricultores, que antes só tinham sua própria subsistência como objetivo”, afirmou.
Atualmente, o governo brasileiro gasta R$ 2 bilhões por ano no programa de alimentação escolar.
Do ponto de vista do setor privado, Marcos Brandalise declarou: “Não há melhor momento para produzir alimentos no momento. Percebo claramente que o empresário africano tem prestado mais atenção ao agronegócio”.
O Fórum Brasil África acontece no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo, entre os dias 12 e 13 de novembro. O evento apresenta o tema principal “Segurança Alimentar: caminhos para o crescimento econômico”. Cerca de 300 representantes de governos, setor privado, academia e possíveis investidores participam do evento para discussões frutíferas sobre segurança alimentar e desenvolvimento sustentável.

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