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Fim do Enem digital: o que os alunos perdem com essa decisão?

A Diretora de desenvolvimento de negócios em mercados de língua portuguesa da TestWe, Rafaela Manes, comenta sobre os pontos negativos do abandono da versão digital do exame 

No início deste ano, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC), anunciou o fim da versão digital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A medida foi justificada pela baixa adesão dos candidatos e pelos altos custos na aplicação. Para se ter uma ideia, das 100 mil vagas disponibilizadas em 2022 para o exame na versão digital, apenas 66 mil foram preenchidas e menos da metade dos inscritos compareceu. Portanto, ficou mantida apenas a versão física da prova.

Para a diretora de desenvolvimento de negócios em mercados de língua portuguesa da TestWe, Rafaela Manes, tal fato pode prejudicar alunos que se adaptam melhor à versão online e que estão mais alinhados à realidade tecnológica dentro das salas de aula. Rafaela explica que a digitalização do Enem desempenha um papel importante na preparação dos estudantes para a era digital.

“Ao abandonar a versão digital, o Enem pode perder alguns recursos que a tecnologia oferece, como a flexibilidade de aplicação” afirma a diretora. “Além disso, essa versão permite a inclusão de elementos multimídia, como vídeos, imagens e áudio, o que enriquece a experiência do candidato e a qualidade das questões que podem, também, ser corrigidas de forma automatizada, agilizando o processo de avaliação e reduzindo a possibilidade de erros humanos na correção”, completa.

Democratização de acesso

Anunciada em 2019, a versão digital foi alvo de críticas quanto à proteção de dados, falhas de conexão à plataforma e falta de acesso à internet para parcela da população. Contudo, Rafaela aponta que as provas digitais são, muitas vezes, a opção mais eficiente e mais segura. Implementando medidas de segurança digital, como protocolos de segurança avançados, monitoramento rigoroso dos ambientes de prova e investimento em técnicas de detecção de fraude, pode-se fortalecer a proteção contra tentativas de fraude. Em questão de problemas com a internet, a diretora sugere a possibilidade de as provas serem feitas de modo offline, como a TestWe assegura. “Com a nossa solução, os exames seletivos ou provas, como o Enem, podem ser realizados à distância com toda a segurança necessária, como é o caso do nosso aplicativo com a segurança ProctorWe”.

Em se tratando dos principais benefícios da adaptação das provas às plataformas digitais, a diretora afirma que, além da redução de custos com impressão e logística, o modelo digital promove a inclusão de estudantes de todas as classes.

“Quando aplicado da maneira correta e com as ferramentas adequadas, o modelo digital possibilita a participação de mais jovens no Enem, independentemente do lugar onde eles moram e das condições de acesso à internet”, aponta Manes. A diretora ressalta que, com a implementação de políticas de inclusão digital, distribuição de dispositivos e locais de prova com infraestrutura tecnológica adequada, o meio torna-se mais acessível a todos os participantes.

Além dos benefícios à educação, a diretora traz à tona a questão ambiental: com o uso de plataformas digitais, o consumo de papel e a demanda por recursos naturais são reduzidos, contribuindo com o pensamento sustentável. “Temos que citar que o retorno 100% ao papel é um grande regresso para a educação brasileira em geral. Países da Europa, como Portugal, estão digitalizando cada vez mais as avaliações como com o projeto em curso para digitalizar todos os exames até 2025”, conclui a diretora.

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