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Falta de medicamentos no país prejudica pacientes com câncer

Diversas medicações podem ser importadas, mas essa informação é ainda desconhecida do grande público

Foto – Myke Sena

Não é nenhuma novidade que toda enfermidade diagnosticada precocemente e assistida da maneira adequada dá ao paciente uma chance muito maior de cura, e isso se aplica perfeitamente a doenças como o câncer, onde o tempo é um fator muito importante para o tratamento.

Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (2020), o câncer é uma das principais causas de mortes no continente Americano.

Para se ter um diagnóstico precoce são necessários três passos:

1- fazer o paciente entender exatamente o que tem e indicar o acesso a todos os cuidados que ele precisará;

2- fazer uma avaliação clínica e ter um diagnóstico mais completo;

3- iniciar o tratamento;

A falta de uma medicação específica pode comprometer a recuperação. Vamos usar como exemplo o câncer de bexiga. Atualmente no país está em falta uma medicação com o princípio ativo Bacillus Calmette-Guerin, que é usado no tratamento desse tipo de câncer.

Uma resolução da Anvisa (RDC 81/2008) permite que pacientes importem de outros países a quantidade prescrita pelo médico para o tratamento. Algumas empresas auxiliam nesse processo, garantido procedência e principalmente, que o medicamento chegue até o paciente de acordo com as exigências que constam na bula, garantindo 100% de sua atividade terapêutica.

É o caso da World Medic, referência no mercado em auxiliar não só pacientes, mais hospitais, convênios, prefeituras, secretarias na importação de medicamentos indisponíveis no Brasil, assim como a IMUNO BCG (usada no tratamento de câncer da bexiga), de acordo com a legislação.

“Mais do que um trabalho, temos como missão salvar vidas. Acreditamos que em cada processo de importação existam sonhos, esperança e qualidade de vida. É gratificante fazer parte de algo tão importante na vida das pessoas”, explica Fernanda Roberto, gerente da W.M.

 

Essas informações devem ganhar mais espaço para que mais pessoas possam se tratar de forma correta. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima-se que para cada ano do triênio 2020/2022 sejam diagnosticados 10.640 novos casos de câncer de bexiga, somente no Brasil.

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