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Em Fortaleza Uni Américas discute conjuntura política das Américas

(Por Reinaldo Oliveira)

(Fotos: SEEB-CE)

O hotel Oásis Atlântico localizado na avenida Beira-Mar, em Fortaleza, sediou de 29 a 30 de junho a 5ª. Conferência Regional da UNI Américas. O evento, que ocorreu pela primeira vez no Brasil, contou com a participação de mais de 600 dirigentes sindicais de 24 países, que representam 124 organizações de trabalhadores filiadas à UNI Global Union. A conferência começou pontualmente às 16h de quarta-feira (29/06) e teve como objetivo a elaboração de uma agenda de atuação no novo cenário político que se desenha na América Latina.

Por meio de videoconferência, o evento contou com a participação do vice-presidente nacional do PT José Guimarães que, sendo o primeiro a falar, enfatizou o processo de retrocessos por que passa o Brasil neste momento com o governo de Jair Bolsonaro.

Da esquerda para a direita, a advogada norte-americana Christy Hoffman, secretária-geral da Uni Global Union, Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT, e Carlos Eduardo Bezerra Marques, presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará, durante a 5a. Conferência Regional da UNI Américas, evento ocorrido pela primeira vez no Brasil nos dias 29 e 30 de junho de 2022 no hotel Oásis Atlântico na avenida Beira-Mar em Fortaleza.

Na sequência, também remotamente, falaram Yolanda Días, ministra da Espanha, que defendeu a proteção ao direito de viver uma vida plena e para quem os sindicatos são a vacina contra o autoritarismo e a desigualdade; Maria Elisa Quinteros, presidenta da Convenção Constitucional do Chile, que explanou sobre o processo de aprovação da nova constituinte a que o seu país está assistindo; Luiza Alcalda, secretária do Trabalho do México, que, ao fazer uma análise da conjuntura latino-americana, destacou ser tarefa do movimento sindical sua democratização bem como acabar com a lógica da imposição por parte de governos e de empresas; e Alberto Fernández, presidente da Argentina, que fez uma análise dos estragos causados pela pandemia de Covid-19.

Christy Hoffman, secretária-geral da Uni Global Union, que, presencialmente no evento e última a falar, destacou que os trabalhadores não podem ficar com o fardo tributário, principalmente após o fim da pandemia por Covid-19, pregando que os governos deveriam encorajar a celebração de acordos trabalhistas coletivos e dar-lhes um caráter de bem social.

Ao final do primeiro bloco, os presentes assistiram à performance da banda “Francisco, El Hombre”, que é formada por irmãos mexicanos naturalizados brasileiros e brasileiros de nascença.

Primeiro a falar no segundo bloco, o brasileiro Miguel Torres, presidente da Força Sindical, pregou o fim de violências, como o assédio moral e o sexual. Em seguida, falaram Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores Brasil (UGT Brasil), que agradeceu a solidariedade internacional quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve preso; Cícero Pereira da Silva, secretário de políticas sociais da Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA), que deu destaque à importância do sindicalismo sociopolítico; a mexicana Rocío Sáenz, vice-presidenta executiva da Service Employees International Union (SEIU), que defendeu ser direito dos trabalhadores, em todas as partes do mundo, de poder ter um sindicato; Juvandia Moreira Leite, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da Central Única dos Trabalhadores (Contraf-CUT), que deu destaque ao retrocesso pelo qual o Brasil passa e ainda alertou que o golpe faz parte de um projeto neoliberal do governo Bolsonaro contra o sindicalismo; e o argentino Héctor Ricardo Daer, presidente da Uni Américas, que fez o encerramento das falas e deu destaque ao trabalho desenvolvido pela organização que chefia.

Após a segunda apresentação da banda “Francisco, El Hombre”, um coquetel à beira da piscina do hotel marcou o final do primeiro dia da conferência.

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