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Educação infantil: quais são as principais características da vida escolar de crianças superdotadas?

Psicóloga Leninha Wagner comenta verdades e mitos sobre crianças com habilidades especiais como Gustavo Saldanha, o brasileiro mais novo a entrar para sociedade de gênios

A vida escolar das crianças é repleta de desafios a serem superados individualmente. Quando os pequenos apresentam a superdotação, podem surgir novas necessidades que merecem receber atenção adequada para um desenvolvimento satisfatório. Existem diversos mitos que rondam a ideia de ‘superdotação’, como o pensamento de que crianças superdotadas devem ser boas em todas as matérias escolares. “Às vezes, crianças superdotadas têm um desenvolvimento ‘desarmônico’. Isto é, podem ser excelentes em determinadas áreas do saber e pouco desenvolvidas nas habilidades sociais, ou apresentar menor interesse, ou pouca habilidade em outros domínios”, explica a psicóloga Leninha Wagner.

De acordo com Luciane Saldanha, mãe de Gustavo Saldanha, o brasileiro mais novo a entrar para a Mensa, uma sociedade para pessoas de alto QI, tem sido um desafio explicar as particularidades do caso do pequeno após a repercussão. “As altas habilidades demonstradas até o momento são em conteúdos não curriculares, extracurriculares ou mesmo complementares. O Gustavo demonstra uma habilidade superior, para a idade, na área da música, tecnologia e tudo o que envolve as telecomunicações. Esses conteúdos, normalmente, são pouco explorados nas escolas na educação regular, então seria mais difícil de ser percebido durante o dia a dia na sala de aula”, detalha.

De acordo com Leninha Wagner, existem sinais importantes que podem ser observados na escola em casos de superdotação como facilidade de concentração; autonomia; interesse por áreas e tópicos diversos; iniciativa e liderança; vocabulário avançado e riqueza de expressão verbal; habilidade para considerar pontos de vistas de outras pessoas e perceber a discrepância entre ideias; facilidade de interagir com crianças mais velhas ou com adultos; interesse por livros; e criação de meios pessoais para resolução de problemas. Luciane Saldanha pôde perceber algumas dessas características durante o período de ensino remoto de seu filho. “Quando algo realmente desperta sua atenção, o grau de dedicação é impressionante, inspirador até para nós adultos, pois ele não desiste facilmente, ou melhor, raramente desiste”, pontua.

Para a psicóloga, uma das tarefas mais árduas que a família e a escola devem trabalhar juntas é a de derrubar mitos sobre a superdotação. “Crianças superdotadas continuam sendo crianças e tendo suas demandas emocionais e educacionais ativas. Os educadores devem estar cientes da condição desse aluno e, diante dessas especificidades, desenvolver projetos e estratégias criativas, inclusive com sugestões trazidas por eles. Para um estudo dinâmico, num modelo ecológico que traga ganhos reais, empíricos e aplicáveis na vida coletiva escolar”, aconselha. “Sempre tentamos mostrar para ele a importância de fazer as tarefas de casa, que podem não ser tão prazerosas, mas são fundamentais para a consolidação do que está sendo aprendido na escola. Também gostamos muito de explicar que há coisas que temos que fazer e outras que podemos escolher se queremos ou não fazer. Até o momento, tem funcionado bem a explicação dessa forma e ele já tem sentido os benefícios no dia a dia”, complementa a mãe de Gustavo.

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