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“Diversidade é normal, o diferente é normal”, afirma coordenadora

Maria Eduarda, 9 anos, aluna de skate da Liga Solidária

Erick, 10 anos, um dos alunos da turma de skate da Liga Solidária, tem artrogripose, o que lhe provoca limitação dos movimentos das pernas, cuja musculatura não é fortalecida. Por isso, ele pratica o esporte sentado no skate e, para dar impulso, utiliza as mãos. Erick é aluno do programa Esportes da Liga Solidária, organização social que atua na capital paulista, que promove a inclusão de alunos com deficiência.

 

“A limitação não impede a boa interação do Erick com a turma”, garante Priscilla Martins, coordenadora do Programa de Esportes da Liga Solidária. Ele faz aulas de skate duas vezes por semana, às segundas e quartas, pela manhã, e nunca desistiu do esporte que escolheu em 2019, quando começou na Liga Solidária.

 

Após o hiato do ano de 2020 (quando as aulas foram suspensas por conta da pandemia), Erick retornou em 2021, segundo Priscilla, o garoto viu com alegria o aumento do interesse das pessoas pelo skate depois da Olimpíada de Tóquio.

 

Quem também escolheu o skate como esporte foi Maria Eduarda, 9 anos, portadora da síndrome de down. Maria Eduarda está matriculada no período da tarde, também às segundas e quartas.

 

A Liga Solidária tem outra aluna com síndrome de down, na ginástica rítmica; e ainda uma aluna autista, que faz iniciação esportiva (categoria que desenvolve habilidades diversas, como corrida, salto, equilíbrio, lateralidade e desenvolvimento cognitivo).

 

Priscilla Martins conta que todas as modalidades esportivas da Liga Solidária são inclusivas, com conteúdos para alunos com deficiências e, para isso, a instituição faz um planejamento pedagógico que já prevê adaptações. “Diversidade é normal, o diferente é normal”, afirma Priscilla.

 

As aulas de Esportes da Liga Solidária são realizadas no Educandário Dom Duarte (EDD), no Jardim Esmeralda, região do Butantã.

Erick, 10 anos, aluno de skate da Liga Solidária, com o professor Tiago Araújo

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