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CMEC: Encontro trata da importância do empoderamento feminino para os negócios

No Brasil, o número de mulheres empreendedoras cresceu de 42% em 2000, para 50% em 2017, segundo dados da Taxa de Empreendedorismo Inicial (TEA). No entanto, elas ainda sofrem com o preconceito no mundo corporativo, por exemplo, para ir ao banco e conseguir um empréstimo para abrir o seu negócio, elas enfrentam mais dificuldade do que os homens.

“A expansão feminina está aliada à tendência de emancipação, que tem tomado conta de espaços antes dominados apenas por figuras masculinas”, explica Ana Claudia Badra Cotait, presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado (Facesp). “Mais do que simplesmente complementar a renda familiar, a mulher buscou o empreendedorismo para sua emancipação”, completa.

Segundo ela, muitas mulheres estão em situação de vulnerabilidade, inclusive aquelas que trabalham em casa, fazendo bolo para vender nas ruas, por exemplo. As mulheres acabam também sofrendo com o preconceito e muitas vezes com a violência, tanto física quanto psicológica de seus companheiros, apesar de serem a principal fonte de renda da casa. “É preciso haver uma mudança cultural para que as mulheres tenham o devido reconhecimento, o que pode estimulá-las ainda mais a participarem dos negócios e, por consequência, do desenvolvimento econômico do país”, afirma.

A fim de ajudar a fomentar o empreendedorismo feminino, o CMEC realiza o 1º Encontro Liberdade para Empreender – protagonismo feminino nos negócios, nesta terça-feira (10/3), a partir das 9h30, na sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

O evento é considerado fundamental para que as mulheres possam aumentar seus rendimentos, gerar empregos, ter sustentabilidade no mercado e, sobretudo, ser independentes e protagonistas de suas vidas.

“A importância do encontro é debater o protagonismo feminino no mundo, seja nas empresas, nos negócios ou nos seus empregos. Juntar tudo isto e fazer com a mulher saia mais motivada para enfrentar os desafios do empreendedorismo”, resume a presidente do CMEC.

O Facesp Mulheres, um dos projetos do CMEC, tem como objetivo oferecer qualificação, capacitação e condições financeiras para a mulher empreendedora dos municípios de São Paulo, a montarem o seu projeto de negócios. No estado, são 98 conselhos da mulher, distribuídos em 15 distritais, alguns deles com até 200 integrantes.

Sobre a ACSP: A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em seus 125 anos de história, é considerada a voz do empreendedor paulistano. A instituição atua diretamente na defesa da livre iniciativa e, ao longo de sua trajetória, esteve sempre ao lado da pequena e média empresa e dos profissionais liberais, contribuindo para o desenvolvimento do comércio, da indústria e da prestação de serviços. Além do seu prédio central, a ACSP dispõe de 15 Sedes Distritais, que mantêm os associados informados sobre assuntos do seu interesse, promovem palestras e buscam soluções para os problemas de cada região.

Sobre a FACESP: A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), com 56 anos de existência, promove a união das “forças vivas” do Estado de São Paulo, estimulando os empreendedores paulistas a participar da vida política, econômica e social do Estado e do País. É uma entidade de âmbito estadual, com a missão de integrar o empresariado paulista por meio das Associações Comerciais de cada município, atuando em ações que tenham por objetivo a luta pelas liberdades individuais, o apoio à livre iniciativa, a unidade da classe empresarial e a garantia da democracia e do desenvolvimento. Atualmente, mais de 420 Associações Comerciais integram a Facesp e lutam, juntas, pela bandeira do empreendedorismo.

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