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Alunos da rede pública têm menos acesso à Internet, no Ceará

Recursos de multimídia, como computadores e/ou tablets, estavam disponíveis na sala de aula para 81,1% dos estudantes, sendo mais frequente para os alunos das escolas privadas (86,1%) do que para os das escolas públicas (80,4%). A maior proporção se encontrava na região Sul (87,1%) e as menores, nas regiões Norte (61,6%) e Nordeste (61,9%). Entre os estados, os dois extremos foram Rio Grande do Sul (93,7%) e Maranhão (25,1%). Ainda assim, o Ceará figurou entre os dez estados com maiores acessos a computadores de tablets.


O acesso à Internet da escola estava disponível a 63,1% dos escolares, sendo 60,8% nas escolas públicas e 78,0% nas escolas privadas. Sala ou laboratório de informática estavam disponíveis para 75,2% dos escolares, sendo 76,5% na rede pública e 66,2% na rede privada.

Doenças e vacinação são os principais motivos que levam os adolescentes a Unidades Básicas de Saúde, no Ceará
Cerca de 65,7% dos escolares afirmaram terem faltado pelo menos um dia por motivos de saúde nos 12 meses anteriores à pesquisa. Os alunos da rede privada foram os que mais faltaram às aulas por esse motivo (72,8%, contra 70,5% na rede pública). Além disso, 56,7% dos escolares informaram ter procurado algum serviço ou profissional de saúde nos últimos 12 meses, sendo que, na rede privada (68,8%), o percentual foi bem mais elevado que na rede pública (54,9%).

O motivo mais apontado pelos escolares  na última vez em que buscaram por uma Unidade Básica de Saúde foram doenças (33,8%), seguido da vacinação (20,0%). A PeNSE constatou que 75,9% das meninas e 46,2% dos meninos de 13 a 17 anos foram vacinados contra o HPV. Uma parcela significativa dos adolescentes não tomou a vacina (15,0%).
Higiene bucal é melhor do que a de países desenvolvidos
Quanto à higiene bucal, 69,3% dos estudantes cearenses de 13 a 17 anos informaram escovar os dentes três vezes ou mais vezes por dia. Uma frequência melhor do que a que se verifica nos Estados Unidos ou na Europa, por exemplo, onde a frequência mais comum fica entre uma ou duas vezes ao dia. Para os meninos (67,9%) o percentual foi menor em relação às meninas (70,6%).

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