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A Submissão aos donos do mundo: Impactos na Democracia e Liberdade

No entanto, o que realmente importa para o futuro do Brasil é a recuperação econômica. O desempenho do PIB no segundo trimestre de 2024, o melhor desde 1996, indica que o país está no caminho certo, com avanços na indústria, serviços e políticas públicas, além da queda no desemprego e novos investimentos.

Por Antonio Matos
Pior do que viver sob uma ditadura é uma sociedade submeter-se aos chamados “donos do mundo”, corporações transnacionais comandadas por indivíduos megalomaníacos. A concentração de poder e riqueza nas mãos de poucos, sejam eles em nações pobres ou ricas, ameaça a democracia e a liberdade em âmbito global.

Essa dinâmica resulta na dominação da informação pela grande mídia, no direcionamento de políticas públicas em benefício dos poderosos e na marginalização de vozes dissidentes que ousam desafiar o controle da opinião pública.

Vivemos em um arriscado e perigoso momento de manipulação Global e Submissão das Sociedades. O manejo da informação pela mídia burguesa controladora global permite que essas elites perpetuem sua influência, controlando narrativas e silenciando críticas. Políticas públicas, que deveriam servir à população, acabam sendo moldadas para atender aos interesses de poucos. Aqueles que se opõem a essa dinâmica são rapidamente marginalizados, e as redes sociais tornam-se palanques para a disseminação de desinformação e ataques orquestrados.
Um exemplo contemporâneo disso foi a tentativa de golpe de direita em 8 de janeiro, no Brasil, liderada por radicais bolsonaristas. Nesse cenário, o Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Eleitoral (STF), abriu inquérito, como era providencial, prendeu e, por último, suspendeu temporariamente o funcionamento da plataforma X (ex-Twitter) no Brasil, após sua persistência diante da propagação de discursos de ódio e desinformação.

Após essa decisão, o ministro passou a ser alvo de ataques orquestrados pelo proprietário da plataforma, Elon Musk, o homem mais rico do mundo, que tenta controlar a opinião pública no Brasil e desrespeitar as decisões judiciais legítimas. É essencial entender que decisões judiciais não podem ser ignoradas ou contestadas fora dos meios legais, independentemente de quem as desafia.
O ministro Alexandre de Moraes, nesse contexto, pode ser visto como um herói, defendendo a democracia brasileira e impondo limites ao uso irresponsável das redes sociais. Os inquéritos das fake news visam punir aqueles que, atrás do anonimato, difamam e atentam contra a honra de autoridades públicas e adversários políticos, muitas vezes operando a partir de outros países.

Despreparo Político
No Congresso, comportamento de políticos bolsonaristas de ultradireita, com discurso inflamado e despreparo, só agrava a crise. Em vez de cumprir seu papel constitucional, parte do Parlamento prefere promover desinformação e desrespeito às instituições, em um momento em que o Brasil mais precisa de estabilidade.

As redes sociais, sem a devida regulamentação, tornaram-se palanques descontrolados, onde usuários desinformados e radicais propagam ódio e interferem até no processo eleitoral, muitas vezes com o apoio de líderes religiosos. É urgente que o Brasil regule as redes sociais, protegendo a soberania e impedindo que interesses comerciais multinacionais, como os da megacorporação Starlink e X, coloquem o país em risco.

Com o avanço dos inquéritos do 8 de janeiro, o núcleo político que esteve por trás da tentativa golpista será responsabilizado. Talvez por isso, setores do Congresso busquem manobras ilegais para desestabilizar o corajoso ministro Alexandre de Moraes, temendo as consequências de suas ações.

No entanto, o que realmente importa para o futuro do Brasil é a recuperação econômica. O desempenho do PIB no segundo trimestre de 2024, o melhor desde 1996, indica que o país está no caminho certo, com avanços na indústria, serviços e políticas públicas, além da queda no desemprego e novos investimentos. Colaborar com o governo Lula para tirar o Brasil da crise deixada pelo governo anterior é uma missão de todos.

O país está sendo vítima de crimes ambientais gravíssimos que talvez nunca mais tenha recuperação. Apesar do clima seco que é favorável a esses focos de incêndio nessa época do ano, o Governo Lula vem fazendo a sua parte, embora os adversários não reconheçam esse esforço, e ficam torcendo para o agravamento dessa tragédia.
Por fim, é fundamental garantir a imparcialidade do jornalismo, regular as redes sociais e promover um ambiente de diálogo e respeito. O Brasil precisa de um processo eleitoral sem polarizações destrutivas, com harmonia entre os poderes, para garantir progresso e paz às futuras gerações.

Antonio José Matos de Oliveira é jornalista, administrador de empresas e membro da Academia de Letras e Artes de Columinjuba – ACLA de Capistrano de Abreu.

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