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4 BDRs de petróleo para evitar os riscos da Petrobras, segundo a XP

Por Ana Julia Mezzadri

Investing.com – Os acontecimentos recentes envolvendo a Petrobras (SA:PETR4) e o governo do presidente Jair Bolsonaro aumentaram a percepção de risco do mercado sobre as ações da estatal. Esse cenário, na visão da XP Investimentos, pode servir como lembrete da importância de diversificar o portfólio por meio de, por exemplo, BDRs.

Apesar da tendência global de rotação em direção a ações de setores cíclicos, como as petrolíferas, em decorrência do avanço da vacinação ao redor do mundo, da recuperação econômica, do temor de inflação, dos auxílios econômicos e da expectativa de maiores investimentos em infraestrutura, a maior representante do setor no Brasil, a Petrobras, teve sua recomendação rebaixada para Venda pela corretora no final de fevereiro.

A avaliação veio após Bolsonaro substituir o Roberto Castello Branco pelo General Joaquim de Silva e Luna no comando da petroleira, quando o mercado passou a enxergar maiores riscos do governança, sobretudo em relação à independência da gestão da companhia, e riscos de que a política de preços de combustíveis da Petrobras deixe de seguir referências internacionais de preços.

Porém, fora do Brasil, o investimento no setor segue interessante. Para os investidores brasileiros, é possível acessar as companhias por meio de BDRs. Nesse sentido, a XP identificou os quatro BDRs mais líquidos de petrolíferas globais: Chevron (SA:CHVX34), ExxonMobil (SA:EXXO34), ConocoPhillips (SA:COPH34) e EOG Resources (SA:E1OG34).

Todos os papéis fecharam as negociações desta quarta-feira (17) em alta: EOG Resources (NYSE:EOG) disparava 9,71%, a R$ 218, seguida de Chevron (+1,14%), a R$ 61,40, ExxonMobil (+83,80), a R$ 0,77 e ConocoPhillips (NYSE:COP) (+0,46%), a R$ 56,84.

A Petrobras, por sua vez, terminou o dia em alta de 3,27%, a R$ 24,04, surfando na onda positiva do Ibovespa, que aos 116.549 pontos, em alta de 2,22%.

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