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12 setores da indústria afirmam que baixa demanda interna é o seu principal problema, diz CNI

A redução do consumo atingiu fortemente mais de 40% das indústrias de têxteis, couros

e artefatos de couro, veículos automotores, entre outros, no 2º trimestre do ano

Doze de 23 setores da indústria de transformação pesquisados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmaram que a demanda interna insuficiente foi o principal problema no 2º trimestre deste ano. E, para outros oito setores, esse mesmo problema está no segundo ou terceiro lugar entre os principais problemas. A CNI ouviu 1599 empresas entre 1º e 11 de julho.

A pesquisa mostra que quase 50% das empresas dos setores Máquinas e equipamentos e Móveis estão muito preocupados com a queda da demanda interna. E mais de 40% dos setores de Impressão e reprodução, Celulose e papel, Químicos (exceto HPPC), Madeira, Minerais não-metálicos, Equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos, Têxteis, Produtos de material plástico, Produtos de metal e Couros e artefatos de couro sofreram com a falta de consumidores entre no segundo trimestre deste ano. O problema atingiu mais de um terço das indústrias de Metalurgia, Máquinas e materiais elétricos, Produtos de borracha, Bebidas, Veículos automotores, Produtos de limpeza, perfumaria e higiene pessoal (HPPC) e Calçados e suas partes.

A economista da CNI Paula Verlangeiro explica que a expansão da massa de rendimentos e da concessão de crédito sustentou o consumo no ano passado, mas, deste o início de 2023, o consumo mostra perda de dinamismo, especialmente diante da expectativa de redução do crescimento do mercado de trabalho.

“Além do mercado de trabalho menos aquecido, outros fatores têm contribuído para a redução da demanda. A manutenção das taxas de juros em patamar elevado e o alto endividamento geram comprometimento da renda das famílias, contribuem para o crescimento da inadimplência e afetam diretamente a demanda por bens”, explica a economista.

21 dos 23 setores analisados consideram que a elevada carga tributária se encontra dentre os três principais problemas

A carga tributária está entre os três principais problemas da indústria de transformação no segundo trimestre de 2023 de 21 dos 23 setores. Em 8 desses 21 setores, os tributos elevados estão na primeira posição. A elevada carga tributária foi principal problema para os setores de: Bebidas; Equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos; Máquinas e materiais elétricos; Metalurgia; Produtos de limpeza, perfumaria e higiene pessoal (HPPC); Produtos de metal; Produtos diversos; e Vestuário e acessórios.

Segundo Paula Verlangeiro, todos os setores registraram percentuais superiores aos 20% para esse problema, o que sugere uma percepção difundida quanto à relevância dessa questão para a indústria. “O complexo e oneroso sistema tributário sempre foi uma questão relevante para os empresários industriais, o que tem levado, historicamente, o problema de elevada carga tributária às primeiras posições no ranking de principais problemas que afetam a indústria”, afirma Verlangeiro.

Taxas de juros elevadas apresentam maior assinalação da série histórica

No segundo trimestre de 2022, os empresários da indústria de transformação consideraram a elevada carga tributária (37%) e a demanda interna insuficiente (36,9%) como os principais problemas, seguidos pela taxa de juros elevada (30,1%). Com relação às taxas de juros elevadas, esse item alcançou o maior percentual de citações da série histórica no segundo trimestre de 2023.

A manutenção dos juros em patamar elevado tem impactado os industriais, principalmente no acesso ao crédito, e foi assinalado como primeiro problema pelos setores de Alimentos, Biocombustíveis e Calçados e suas partes. Dos 23 setores analisados, Biocombustíveis registrou o maior percentual de assinalações, com 57,1% no segundo trimestre. Outros 20 setores registraram marcações entre 20% e 50%. Apenas os setores de Produtos de borracha e Couros e artefatos de couro registraram citações abaixo dos 20%.

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