Fomento comercial continuará sendo importante apoio às MPEs, mesmo com Pronampe permanente

Anfac comemora aprovação no Senado e acredita na sanção presidencial

A Associação Nacional de Fomento Comercial (Anfac) avalia como muito positiva a aprovação do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) como permanente. O projeto, aprovado no último dia 11, pelo Senado, segue para que o presidente Jair Bolsonaro sancione ou vete o texto.

“Se aprovado será um apoio muito importante para as micro e pequenas empresas”, destaca o presidente da Anfac, Luiz Lemos Leite. “É verdade que a maioria dos empresários do segmento, em condições de ter acesso ao Pronampe, não conseguiu os recursos ano passado. Para eles o fomento comercial está apto e disponível”, completa Lemos.

Sobre os novos contratos do Pronampe vão incidir taxas de até 6%, mais Selic. A portabilidade entre as instituições participantes do programa será um recurso disponível, dando ao empresário a oportunidade de buscar taxas mais atrativas.

Fomento comercial

O fomento comercial, com suas distintas estruturas empresariais, já investiu, recursos próprios na compra de direitos creditórios em 2020. O volume de recursos ofertado pelo segmento para os micro e pequenos empresários representou 4 vezes mais do que foi destinado pelo Pronampe em suas duas fases, o que comprova a importância do fomento comercial, representado pela Anfac”, afirma Luiz Lemos Leite.

Pronampe em números

Para a Anfac, o Pronampe foi o mais bem-sucedido programa de crédito oferecido pelo governo federal durante a pandemia. Nas duas primeiras fases do programa foram destinados R$ 32 bilhões, que atenderam cerca de 460 mil micros e pequenas empresas em um universo de aproximadamente 6,5 milhões. O Pronampe representa o esforço do governo para beneficiar o máximo possível de micro e pequenas empresas.

Novos recursos, com a aprovação do projeto para tornar o programa permanente, poderão trazer mais ajuda para as micro e pequenas empresas que foram as que mais sofreram os efeitos da Covid-19.

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