Consórcios superam 13 milhões de participantes no Brasil e negociação de cotas ganha espaço
Com 27 anos de atuação, Fortal Consórcios se destaca na compra de cotas vigentes e orienta consumidores que desejam negociar seus consórcios antes da contemplação
O mercado de consórcios vive um dos seus maiores momentos no Brasil. O primeiro semestre de 2026 terminou com 13,36 milhões de participantes ativos, crescimento de 12,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Entre janeiro e junho, foram vendidas 2,82 milhões de cotas e os créditos comercializados chegaram a R$ 278,99 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

O avanço do setor, no entanto, também chama atenção para uma situação comum: o que fazer quando o consorciado muda de planos, ainda não foi contemplado ou deixa de conseguir arcar com as parcelas? Embora o consórcio seja amplamente conhecido, seu funcionamento ainda gera dúvidas.
Pesquisa nacional divulgada pela ABAC em agosto mostra que 56% dos entrevistados afirmam conhecer a modalidade, mas, entre eles, apenas 28% dizem conhecê-la bem ou muito bem.
O levantamento ouviu consumidores de todas as regiões do país e identificou que o produto muitas vezes é contratado sem que todas as suas características sejam plenamente compreendidas.
Uma das possibilidades ainda pouco conhecidas é a transferência da cota para terceiros. A própria Lei nº 11.795/2008, que regulamenta o Sistema de Consórcios, estabelece que os direitos e as obrigações decorrentes do contrato podem ser transferidos, desde que haja prévia anuência da administradora do consórcio.
É justamente nesse mercado que há 27 anos a Fortal Consórcios atua, empresa cearense especializada na compra de cotas. Entre as operações analisadas estão consórcios vigentes e ainda não contemplados, permitindo que pessoas que não pretendem mais seguir com o plano solicitem uma avaliação e recebam uma proposta pela cota, conforme as condições do contrato e os critérios da empresa.
Na prática, alguém que já pagou parte de um consórcio, mas perdeu o interesse no bem, teve uma mudança financeira ou não consegue mais manter as parcelas, não precisa necessariamente enxergar como única alternativa continuar no plano.
Segundo os critérios comerciais da Fortal, cotas com pelo menos 30% do valor já pago podem ser submetidas à análise para uma possível negociação.
A orientação é que o consumidor não realize negociações informais. Como a transferência depende da anuência da administradora, é importante verificar as condições contratuais, a situação da cota e todos os procedimentos necessários antes de concluir a operação.
Com quase três décadas de atuação e clientes no Ceará e em outras regiões do país, a Fortal Consórcios acompanha justamente esse movimento de um mercado que só cresce.
Atualmente, a empresa é comandada por Lisy Holanda, CEO, e Diego Reias, CFO, mantendo como uma de suas principais áreas de atuação a compra e negociação de cotas de consórcio.
Assessoria de Imprensa ACEV
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