A sociedade não pode se curvar aos agentes do crime
A resposta precisa ser forte, exemplar e definitiva. É hora de dizer com todas as letras: o Brasil pertence ao seu povo e não aos criminosos.
Ao estado brasileiro, com a sua economia apresentando o índice de 3,4% do PIB que alcançou o fabuloso montante de R$ 11,7 trilhões, no ano de 2024, fortalecendo o governo Lula perante o mundo e revelando o maior avanço desde 2021, é dever agora focar no combate à violência e suas consequências na sociedade brasileira.
A população paga caro com frequentes crimes bárbaros nas cidades brasileiras, até contra crianças e adolescentes sendo mortas e decapitadas.
Por exemplo, a economia da cidade de Fortaleza, um dos motores do desenvolvimento regional, se depara com desafios imensos pela frente. Um deles, e talvez o mais urgente, é a necessidade de combater com firmeza, estratégia e inteligência as ações criminosas, que tentam impor o medo e a desordem em nossa sociedade.
Os recentes ataques de grupos criminosos vindos de outros estados revelam uma ameaça crescente, não apenas para a segurança pública, mas também para o setor produtivo. Agora, esses criminosos avançam sobre os provedores de internet, tentando impor taxas ilegais e controlar a infraestrutura de comunicação da população. Um verdadeiro atentado contra a liberdade, a economia e o direito básico de acesso à informação.
O governo do Ceará, sob a liderança do governador Elmano de Freitas, vem adotado medidas enérgicas contra esses grupos criminosos. A repressão policial, o aumento da inteligência nas operações policiais e o fortalecimento da segurança pública são essenciais para conter os objetivos das ações criminosas.
Mas é preciso ir além!
A sociedade cearense deve se mobilizar e mostrar que não aceitará viver sob a sombra do crime organizado.
Os setores produtivos, o comércio, os empresários e os cidadãos de bem devem se unir para pressionar por ações ainda mais efetivas por parte das autoridades estaduais e municipais. Fortaleza não pode, em hipótese alguma, ficar a mercê e se curvar diante daqueles que querem transformar nossa cidade em um território de terror e extorsão.
O combate ao crime deve ser um compromisso de toda a sociedade brasileira. É urgente, oportuno e necessário que o poder público avance no controle das fronteiras estaduais e das rotas do crime, para garantir a segurança da população e proteger os investimentos que fazem nossa economia crescer. A impunidade não pode ser uma opção.
A cidade que nasceu para ser um símbolo de resistência e progresso não pode, às vésperas de seus 300 anos, ser refém da ação criminosa contra a sociedade. A resposta tem que ser forte, exemplar e definitiva. É hora de dizer com todas as letras:
Fortaleza pertence ao seu povo e não às organizações criminosas.
