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EMANUELLA ABREU HIGINO: ‘‘Editar é trazer à luz’’

O Jornal do Comércio do Ceará, entrevista a mais nova Editora de Maranguape, quiçá do Ceará e por que não dizer do Brasil? Emanuella Abreu Higino, editora, poetisa e empreendedora. Filha do poeta Alonso Higino e Margarida Maria de Abreu Higino, natural da cidade de Maranguape, Manu como é conhecida pelos mais próximos fala dos seus primeiros passos ‘‘Cresci olhando e aprendendo as artes gráficas que eram produzidas pelo meu pai’’. Emanuella hoje é exemplo para os jovens, atravessou dificuldades superadas no dia a dia que levaram essa jovem bela abraçar o seguimento de editoria, artes gráficas, informática e principalmente a literatura, seguimento que já rendeu publicações de livros, cordéis e outros.

Íntegra da entrevista com Emanuella Higino

JCC: Quantos anos você tem?
Emanuella Higino – fiz 18 em 20 de fevereiro.

JCC: Você é de onde?
Emanuella Higino – Nasci em Maranguape, porém com dois meses minha família mudou-se para o Rio de Janeiro. Ficamos até os meus 8 anos. Retornamos para Maranguape para estarmos mais próximos dos meus avós maternos.

JCC: Há quanto tempo você é Editora?
Emanuella Higino – Oficialmente a partir de primeiro de abril de 2021.

JCC: O porquê desta data?
Emanuella Higino – Foi quando recebi o meu Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

JCC: Como você explica ser dona de Editora aos 18 anos?
Emanuella Higino – Meus primeiros passos foram na Gráfica onde meu pai trabalhava como gerente de Produção. Ao longo dos anos sempre estive presente e ajudava sua própria Editora: a Prellus. Quando menos esperei, me formei no curso de Informática – seguindo os mesmos passos de meu pai – sendo uma Designer Gráfica.

JCC: Explique com mais detalhes
Emanuella Higino – Morávamos eu, meu pai e minha mãe numa vila de casas ao lado do trabalho e constantemente ia para junto de meu pai. O galpão era enorme e o espaço permitia que, aos dois anos eu fosse andar de skate naquele mundão… Cresci olhando e aprendendo as artes gráficas que eram produzidas. Aos seis já participava com minhas observações as cores, as tipografias utilizadas nas capas. Aos sete o nome Emanuella de Abreu Higino já constava nos créditos do livro CONTRADIÇÕES: à luz das ciências, de A. S. Dabul como capista. Ao retornarmos para o Ceará meu desenvolvimento foi na empresa Prellus.

JCC: E seu desenvolvimento dos sete aos dezoito como foi?
Emanuella Higino – Foi lapidação pura: desenvolvi minha capacidade de digitação. Passei a fazer revisão em cordéis, minicordéis, contos, romances, poesia… Aos 14 consta Emanuella de Abreu no livro JOIA RARA como Assessora de Comunicação (2017). Fiz também o acabamento – refile em muitos cordéis, revistas, opúsculos e minicordéis… após o alceamento e grampeamento, etiquetagem, empacotamento… A reedição do livro Cantos e Contos, de Dr. Valdson Cavalcante foi totalmente digitada, assim como Pedaços de Mim, da Poetisa e Professora Maria Ruth Carneiro Bastos de Abreu Brandão foi digitada a partir dos manuscritos que se encontravam em seu caderno de contos e poesias.

JCC: Para você, o que é editar um livro?
Emanuella Higino – Editar é trazer à luz. O responsável pelo projeto do livro — o editor ou a editora — é o primeiro ou a primeira a ver o original e a trabalhar nele. Ele/a faz as correções e sugere as melhorias que julgar necessárias ao texto e mudanças mais radicais de construção de frases.

Em seguida as remete de volta ao autor para aprovação já como uma peça-piloto.

O desenvolvimento de uma peça-piloto ou protótipo é uma etapa fundamental no processo produtivo, pois, por meio dela é possível avaliar as dificuldades encontradas e aperfeiçoar quanto à estética, legibilidade, adequação das várias possibilidades para que seja uma obra única, com personalidade.

No mês de julho passado o Jornal do Comércio do Ceará publicou um artigo assinado por Alonso Higino cujo conteúdo teve minha participação:

Criando beleza na paginação cujo resumo permito-me reproduzir.
Na paginação cuidamos das Solteiras. Encontradas, classificadas e nomeadas por nós assim como as páginas anãs sempre foram nosso foco. E quem são as Viúvas e Órfãs? A viúva é a última linha (sozinha) na página. A linha órfã é a linha sozinha no início da página. Com a estética mais apropriada o leitor desenvolverá seu gosto, sua disposição pela leitura aumentará através da agradabilidade do conjunto de vários fatores e recursos desenvolvidos e aplicados com profissionalismo e amor à arte na nossa diagramação.

JCC: Mais alguma coisa que você queira acrescentar?
Emanuella Higino – Agradeço a Deus por ter-me dado pais maravilhosos pois sempre me conduziram ao caminho da religiosidade (mãe) e cientificidade (pai) e sempre fizeram-me dedicar no estudo além de me motivarem a estudar além do necessário para meu crescimento. Também, quanto à escolaridade com nove anos já estava no Ceará e fui para o Colégio Sebastião de Abreu onde adquiri muito saber. Era e é um dos melhores estabelecimentos de ensino de Maranguape.
Estudei também no Colégio Olímpico, tão importante quanto o anterior e que, por meio deles, fui alçada ao Salaberga…

A minha formação como Técnica em Informática se materializou com os sólidos conhecimentos adquiridos na Escola Estadual de Educação Profissional Salaberga Torquato Gomes de Matos. Foi graças a esta Escola e ao Centro Cearense de Idiomas (CCI) que passei na Universidade Estadual do Ceará (Uece) no Curso de Espanhol.

Obrigada a todos os professores que fizeram parte deste meu progresso.

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