Personalize as preferências de consentimento

Utilizamos cookies para ajudá-lo a navegar com eficiência e executar determinadas funções. Você encontrará informações detalhadas sobre todos os cookies em cada categoria de consentimento abaixo.

Os cookies categorizados como “Necessários” são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para ativar as funcionalidades básicas do site.... 

Sempre ativo

Necessary cookies are required to enable the basic features of this site, such as providing secure log-in or adjusting your consent preferences. These cookies do not store any personally identifiable data.

Não há cookies para exibir.

Functional cookies help perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collecting feedback, and other third-party features.

Não há cookies para exibir.

Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics such as the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.

Não há cookies para exibir.

Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.

Não há cookies para exibir.

Advertisement cookies are used to provide visitors with customized advertisements based on the pages you visited previously and to analyze the effectiveness of the ad campaigns.

Não há cookies para exibir.

IPCA foi de 0,56% em abril – RM de Fortaleza

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril para a Região Metropolitana de Fortaleza foi de 0,56%, ficando 0,21 ponto percentual (p.p.) acima da taxa de 0,35% registrada em março. No ano, o IPCA acumula alta de 2,53% e, nos últimos 12 meses, de 4,03%, abaixo dos 4,47% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2022 a variação havia sido de 0,98%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, oito apresentaram variações positivas em abril, sendo os maiores impactos (0,21 e 0,18 p.p.) dos Transportes e Saúde e cuidados pessoais, respectivamente; a maior variação foi apontada pelo grupo Vestuário (1,85%). Nos demais grupos a pesquisa mostrou as seguintes variações em destaque: Alimentação e bebidas (0,20%); Artigos de residência (0,47%). O grupo Despesas pessoais apontou estabilidade nos preços.

image.png

Nos Transportes (1,03% em março para 1,10% em abril), a manutenção da variação acima de 1% foi influenciada pela variação dos preços do transporte público (6,47%) e conserto de automóvel (2,39%), que havia subido 4,88% em março. Óleo diesel (-3,86%), gás veicular (-0,83%) e gasolina (-0,01%) recuaram em abril. Já as passagens aéreas subiram 11,97% em abril, após caírem 11,85% em março.

A aceleração observada no grupo Vestuário (de queda de 0,91% em março, para alta de 1,85% em abril) foi influenciada pelas variações observadas em roupas masculina (1,59%), feminina (2,79%) e infantil (1,83%); e em calçados e acessórios (1,41%).

Em Saúde e cuidados pessoais (1,39%), a maior contribuição (0,12 p.p.) veio dos produtos farmacêuticos (3,75%), após a autorização do reajuste de até 5,60% no preço dos medicamentos, a partir de 31 de março. O item plano de saúde (1,21%) incorporou as frações mensais dos reajustes dos planos novos e antigos para o ciclo de 2022 a 2023. Além disso, os itens de higiene pessoal mantiveram variações positivas (0,52% em março para 0,38% no IPCA de abril).

No que concerne aos índices regionais, todas as áreas tiveram alta em abril. A maior variação foi em Campo Grande (0,89%), em função da energia elétrica residencial (6,11%). Já a menor variação foi registrada em Recife (0,16%), influenciada pelas quedas de 3,41% da gasolina e de 2,51% de conserto de automóvel.

Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 30 de março a 28 de abril de 2023 (referência) com os preços vigentes no período de 1º de março a 29 de março de 2023 (base). O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários-mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.