Personalize as preferências de consentimento

Utilizamos cookies para ajudá-lo a navegar com eficiência e executar determinadas funções. Você encontrará informações detalhadas sobre todos os cookies em cada categoria de consentimento abaixo.

Os cookies categorizados como “Necessários” são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para ativar as funcionalidades básicas do site.... 

Sempre ativo

Necessary cookies are required to enable the basic features of this site, such as providing secure log-in or adjusting your consent preferences. These cookies do not store any personally identifiable data.

Não há cookies para exibir.

Functional cookies help perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collecting feedback, and other third-party features.

Não há cookies para exibir.

Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics such as the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.

Não há cookies para exibir.

Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.

Não há cookies para exibir.

Advertisement cookies are used to provide visitors with customized advertisements based on the pages you visited previously and to analyze the effectiveness of the ad campaigns.

Não há cookies para exibir.

Inglês é imprescindível para carreira na tecnologia

Saber se comunicar bem no idioma turbina currículo e abre novas oportunidades

Diferentes combinações de 0 e 1 permitiram que o ser humano conquistasse grandes tecnologias. Mas, para quem quer crescer nessa área, apenas essa linguagem não é o bastante. Saber outros idiomas, principalmente o inglês, uma habilidade importante e que cria diferenciais para os profissionais de tecnologia da informação, ciência de dados e outros setores correlatos.

Historicamente, boa parte das linguagens de programação têm como base o inglês. E, de acordo com a revista Computer Word, um dos motivos para a falta de mão-de-obra na área é justamente a falta de profissionais com proficiência no idioma. “Dominar o inglês tem se tornado um requisito cada vez mais frequente para se destacar e impulsionar a carreira. Isso não só acontece pelo idioma ser a língua franca internacional, mas porque uma pessoa que a domine demonstra determinação, motivação e que está aberto ao aprendizado e à diversidade mundial, pois língua e cultura estão de mãos dadas”, explica o gerente de conteúdo do PES English, Luiz Fernando Schibelbain.

Na prática, empresas de tecnologia, tanto no exterior quanto no Brasil, têm buscado profissionais capazes de se comunicar bem em inglês. E não se trata mais de um diferencial, mas de uma habilidade básica. De acordo com a diretora de Tecnologia e Operações da Tecnobank, Adriana Saluceste, “o inglês já é considerado um dos conhecimentos essenciais para qualquer carreira, ainda mais quando falamos de tecnologia da informação. A tecnologia é totalmente globalizada e, além da grande maioria dos termos desse setor serem usados em inglês, o idioma também ajuda a acompanhar manuais, livros, tutoriais, palestras, congressos e projetos internacionais. Por fim, falar inglês contribui para ampliar o networking”.

Para o Instituto Gartner, o número de novos empregos relacionados à inteligência artificial chegará a dois milhões até 2025. Uma pesquisa realizada pela Catho no fim de 2021 mostrou que profissionais que falam inglês podem chegar a receber 83% a mais que seus concorrentes. Nas áreas de tecnologia, além desse ganho, há também mais oportunidades de trabalho, inclusive no exterior. Países como o Canadá e a Nova Zelândia estão frequentemente divulgando vagas no setor especialmente destinadas a estrangeiros. Para ser mais competitivo, no entanto, é preciso dominar o idioma.

E, ainda que o ideal seja ter contato com a língua desde cedo, é possível alcançar bons níveis de fluência quando se começa mais tarde. “A regra básica é a comunicação inteligível. A ideia de que os aprendizes precisam falar e escrever como nativos do idioma não se sustenta mais. Somos frutos da soma dos idiomas que usamos para ter voz no mundo”, afirma Schibelbain.

Mas não basta arranhar o inglês ou saber falar e não entender o que se é dito. Quando se trata de incluir o idioma no currículo, é preciso fazer uma autoanálise crítica e só prometer o que pode entregar. Investir em um bom programa de inglês e na prática da conversação é cada vez mais necessário para concorrer a boas posições no mercado de trabalho. Afinal, profissionais fluentes tendem a ter mais oportunidades e ganhar salários diferenciados do que seus concorrentes.

Destaque na multidão

No Brasil, a porcentagem da população capaz de falar o idioma ainda é muito baixa. Informações de um estudo do British Council e do Instituto de Pesquisa Data Popular apontam que apenas 5% dos brasileiros falam outro idioma além do português. Desses, apenas 1% tem fluência em inglês.

Em 2021, um outro estudo, realizado pela Cambridge English e pela QS Intelligence Unit, mostrou que, em países cujo idioma nativo não é o inglês, 95% das empresas classificam o idioma como importante para os negócios. Schibelbain lembra que a globalização exige, cada vez mais, que as pessoas possam se comunicar com profissionais de todo o mundo, seja em reuniões corriqueiras, seja para fechar contratos milionários. “As empresas estão atrás dos talentos onde quer que eles estejam. O domínio dessa língua é um diferencial competitivo no mercado de trabalho porque, hoje, o número de pessoas que falam inglês no mundo é até três vezes maior do que o de falantes nativos”, destaca. O especialista completa que, para transitar no ambiente acadêmico, científico e profissional, a ferramenta de comunicação é o inglês.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.