Lula consolida o Brasil como potência global
Brasil no centro de uma nova fronteira de integração econômica internacional, sem, é justo lembrar, sem ameaçar ninguém, somente com a competência e a liderança do Presidente Lula.
Esse início de 2026 marca um período histórico para o Brasil e para o comércio internacional brasileiro. A União Europeia aprovou preliminarmente o acordo comercial com o Mercosul, após mais de 25 anos de negociações, abrindo as portas para a formalização de um dos maiores tratados de livre comércio do mundo entre dois grandes blocos econômicos.
Este é um feito que merece ser destacado com clareza e orgulho pela competência diplomática e estratégica do governo Lula. Sob sua liderança, o Brasil reconstruiu e fortaleceu pontes no cenário global, restabelecendo confiança com parceiros europeus e posicionando o país como ator decisivo no comércio mundial.
O acordo, que deverá ser assinado no decorrer do mês em Assunção, Paraguai, cria uma gigantesca zona de comércio que abrange cerca de 718 milhões de pessoas, integrando economias e eliminando gradualmente tarifas sobre a maioria dos bens e serviços comercializados entre os blocos.
Para o Brasil, este marco representa um salto estratégico e hegemônico após décadas de negociações internacionais. É resultado de uma política externa ativa, fundamentada em diálogo constante e na defesa dos interesses nacionais, que agora se traduz em acesso ampliado ao mercado europeu para produtos brasileiros e dos demais países do Mercosul, especialmente no agronegócio, setor que se consolidou como potência global nas últimas décadas.
Graças a políticas bem planejadas de apoio à produção agrícola e pecuária, o Brasil tornou-se o maior produtor mundial de soja e de carne bovina, superando os Estados Unidos em volume e relevância no comércio internacional. Essa liderança não é obra do acaso, mas de investimentos, inovação e competitividade que colocaram nossos produtores num patamar de destaque global.
O novo acordo, ao facilitar as exportações brasileiras para um mercado de alta renda e enorme demanda, consolida a vocação do agronegócio do país como motor da economia e da geração de divisas, reforçando a importância de uma visão estratégica de longo prazo na condução das relações exteriores e das políticas públicas setoriais.
É justo reconhecer que este feito — tão aguardado por empresários, agricultores, exportadores e pela sociedade — reflete competência governamental e visão de Estado, ao colocar o Brasil no centro de uma nova fronteira de integração econômica internacional, sem, é justo lembrar, sem ameaçar ninguém, somente com a competência e a liderança do Presidente Lula.
Mais do que um aceno ao comércio global, este acordo é um reconhecimento da maturidade do Brasil como parceiro confiável, competitivo e essencial nas cadeias produtivas mundiais. Que o Ceará, o Nordeste e o Brasil inteiro sejam celebrados por essa conquista que amplia horizontes, atrai investimentos e projeta ainda mais o nosso potencial no século XXI.
Este acordo com a União Europeia não é um ponto de chegada, mas a confirmação de que o Brasil escolheu a rota correta de desenvolvimento. A política externa ativa, o diálogo com grandes blocos econômicos e o fortalecimento do agronegócio, da indústria e da inovação recolocaram o país no centro das decisões globais.
Para consolidar esses avanços, o Brasil deve manter nos próximos anos a mesma estratégia adotada pelos governos do presidente Lula: integração internacional inteligente, apoio à produção nacional, estímulo às exportações, respeito ao multilateralismo e visão de longo prazo. Somente assim, o país continuará crescendo, gerando empregos, atraindo investimentos e ampliando sua presença hegemônica como potência econômica e social da América Latina no cenário mundial.
