Arte e Cultura

Cinema de Arte do Cineteatro São Luiz exibiu em Fortaleza a filmografia de Truffaut

Ana Rosa Costa e Natasha Barreto após a exibição de Fahrenheit 451

Reinaldo Oliveira

O Cineteatro São Luiz exibiu, de 17 a 21 de dezembro, a filmografia de François Truffaut, que – com os críticos de cinema Agnès Varda, Alain Resnais, André Bazin, Claude Chabrol, Éric Rohmer, Jacques Rivette e Jean-Luc Godard – idealizou o movimento cinematográfico Nouvelle Vague, que surgiu em razão da insatisfação dos citados críticos com o cinema francês tradicional da época e buscava maior liberdade estética, locações reais e também a valorização da visão pessoal do diretor (o autor).

A Mostra Truffaut por Completo – que integrou a nova faixa de programação lançada em novembro deste ano, Cinema de Arte, após doação da marca ao Cineteatro São Luiz protagonizada pelo jornalista Pedro Martins Freire (https://www.secult.ce.gov.br/2025/11/27/do-clube-de-cinema-ao-sao-luiz-o-cinema-de-arte-renasce-no-coracao-de-fortaleza/) – trouxe durante cinco dias para a cidade de Fortaleza 22 produções restauradas para a tela de cinema: O Quarto Verde; Domicílio Conjugal; De repente, num Domingo; A Noite Americana; A Noiva Estava de Preto; Uma Jovem Tão Bela Quanto Eu; A Sereia do Mississipi; A História de Adèle H; Um Só Pecado; O Amor em Fuga; As Duas Inglesas e O Amor; Jules e Jim; Na Idade da Inocência; Antoine e Colette; Beijos Roubados; O Homem que Amava as Mulheres; Os Pivetes; Os Incompreendidos; O Garoto Selvagem; Atirem no Pianista; O Último Metrô; Fahrenheit 451.

Mostra Truffaut por Completo na fachada do Cineteatro São Luiz

O público se manteve fiel durante a exibição dos filmes da Mostra nas salas “Luiz Severiano Ribeiro” e “Seu Vavá” do cineteatro. Ao final da última sessão que ocorreu no domingo (21/12), as apreciadoras da telona Ana Rosa Costa e Natasha Barreto disseram estar muito satisfeitas com a nova faixa de programação cinematográfica do equipamento cultural, e Ana Rosa pontuou: “Foi legal, muito bom, mas o curto espaço de tempo não foi suficiente para dar conta de todos os filmes exibidos na mostra do cineasta francês, acho que a mostra deveria ficar por pelo menos sete dias”.

Público deixando o espaço cinematográfico após a exibição do último filme da mostra

 

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