A TuneTraders, startup que atua na interseção entre música, tecnologia e finanças, anuncia o lançamento do Tune.Bank, fintech desenhada exclusivamente para músicos, compositores, produtores e criadores culturais. Até o final de 2026, a empresa espera distribuir R$ 7 milhões a cerca de 13 mil artistas no Brasil. A iniciativa surge para resolver um dos maiores gargalos do setor da economia criativa: acesso a crédito justo, antecipação de royalties e transparência nos recebíveis.
Construído sobre infraestrutura proprietária de blockchain, o Tune.Bank garante transações rápidas, seguras e de baixo custo, eliminando intermediários e oferecendo liquidez quase imediata. O modelo permite que artistas antecipem suas receitas de streaming, shows e direitos autorais com menos burocracia e acesso a crédito de forma mais facilitada.
“Criamos o Tune.Bank para que artistas e outros agentes do setor cultural tenham acesso a uma estrutura que coloca as suas necessidades no centro: transparência total, agilidade nos recebíveis e mais autonomia sobre os próprios ganhos. A ideia é oferecer um espaço financeiro sem a burocracia de outras instituições, desenhado sob medida para o universo da economia criativa. O Tune.Bank é uma alternativa bastante viável para que o artista possa organizar seu fluxo de caixa, obter liquidez e garantir mais estabilidade para seguir criando com tranquilidade”, revela Vittório Brun, CEO da TuneTraders.
“O setor da economia criativa frequentemente enfrenta prazos longos para receber royalties e outras fontes de renda. O Tune.Bank chega para mudar esse cenário, porque foi pensado com foco no ritmo e na realidade de quem vive de criação artística”, afirma Brun. “Além disso, nossa tecnologia blockchain torna o processo mais rápido e barato, porque elimina intermediários desnecessários”, completa o líder da startup.
Mercado em expansão e demanda reprimida
A oportunidade é relevante. Segundo a PwC e a ABCD, o crédito digital no Brasil movimentou R$ 21,1 bilhões em 2023, crescimento de 52% em relação ao ano anterior. Em 2024, o valor saltou para R$ 35,5 bilhões, avanço de 68% sobre 2023.
Além disso, pesquisa da Serasa Experian mostra que 4 em cada 10 pequenas e médias empresas já utilizam antecipação de recebíveis como modalidade preferida de crédito. Estudos internos realizados pela TuneTraders demonstram que no setor criativo este movimento também se acelera, o que evidencia uma demanda reprimida.
Em um cenário mais amplo, segundo relatório anual do “Music in the Air”, da Goldman Sachs Research, a receita global da música deve dobrar para US$ 200 bilhões entre 2024 e 2035, com novos modelos para monetizar música. Um movimento que tende a ser acompanhado pelo mercado musical no Brasil.
O Tune.Bank já está recebendo os primeiros cadastros de artistas. Nos próximos meses, a fintech deve expandir sua base de usuários, ampliar linhas de crédito e firmar parcerias estratégicas com editoras, gravadoras independentes e distribuidoras. Dentro de algumas semanas, a startup fará o lançamento oficial da plataforma.
“A TuneTraders já vem desenvolvendo tecnologias e soluções para o setor desde 2019 e, agora, queremos estabelecer o Tune.Bank como referência no cruzamento entre mercado financeiro e música. É mais um novo produto a partir do nosso hub de inovações. Os artistas interessados já podem falar conosco e usufruir da nova solução. Até o final do ano que vem, serão cerca de R$ 7 milhões distribuídos a mais de 13 mil artistas”, apontou Vittório Brun.
Sobre o Tune.Bank
O Tune.Bank é a fintech da TuneTraders criada para músicos, artistas e demais atores do universo da economia criativa. Oferece crédito por meio de adiantamento de royalties e recebíveis, com transparência e liquidez rápida. Sua infraestrutura proprietária de blockchain garante transações seguras, baratas e eficientes. Integrado ao ecossistema da TuneTraders, o banco amplia o acesso ao crédito em um setor historicamente negligenciado.
Sobre a TuneTraders
Fundada em 2019, TuneTraders é uma startup brasileira de tecnologia, inovadora em soluções para a indústria da música. Seu ecossistema engloba a plataforma de streaming Tune.Play, pioneira na divisão de royalties através da economia circular entre artistas e fãs na Web3, e a distribuidora musical Tune.Distro, que inclui tecnologias próprias de biometria vocal e detector de IA, que garantem a integridade das obras musicais e proteção de direitos autorais. Sua missão é garantir que artistas tenham acesso justo, transparente e rápido às receitas e royalties provenientes de suas obras combinando inovação em blockchain, inteligência artificial e distribuição digital. A empresa é liderada por Vittorio Brun (CEO), Carlos Gayotto (CPO) e Mauricio Magaldi (blockchain advisor).